Este blogue tem como objectivo dar a conhecer a visão que tenho do "Mundo", abordando os mais variados temas da actualidade entre muitos outros.
A coisa mais linda Das coisas lindas A coisa mais querida Das coisas queridas A melhor experiência A ser vivida É ser teu pai! Filha q...
domingo, 21 de outubro de 2012
Quero-te olhar quando me olhas, encontrar-te quando menos espero, confiar na tua palavra, rir com o teu sorriso, abraçar o teu abraço, envolver-me sem embaraço, escutar quando falas, desabafar quando me ouves, apoiar-te quando mais precisas, ler o que tu me escreves, tocar quando me tocas, amar quando me amas, chamar quando me chamas, contudo o querer não basta, há que sentir da tua e da minha parte, senão esquecer é a única opção.
domingo, 14 de outubro de 2012
Sou uma mente que habita um corpo, inteligência e polivalência de todo um pouco, uma máquina que serve pra viver e conhecer o mundo inteiro, embora precise de dinheiro, a felicidade são sentimentos pequenos, que juntos multipliquemos, para o valor se poder mostrar, quando o sistema financeiro não pode comprar o que a vida tem pra dar, pois a mente vasta, não basta somente pra evoluir e caminhar, para amar é preciso deixar-te ir e num momento solta-se o vento que o fogo vem apagar.
Olhar nos teus olhos são pecado, que encontrado passam-no a ser, mas ter medo de pra eles olhar, é medo de poder viver, ter medo de gostar do que gostamos, e não olhar ao que reparamos, quando o ouvido fecha e a boca pára, a mente fala e dispara em todas as direcções, que por entre situações se tenta esconder por ter medo de te querer ter!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Que valor tem a vida, partida por entre altos e baixos, onde encontramos o que não esperamos, sofremos por quem menos duvidamos, pagamos aquilo que não fazemos, somos julgados por aquilo que não temos, mas vivemos como se a vida não fosse acabar, planeamos, amamos, construímos e lutamos pelo que acreditamos com devoção e paixão pelo que fazemos e somos!
Queremos ser felizes, podemos ser felizes! Ignoramos problemas, tristezas, nem sequer pensarmos, e organizamos o que não dá pra prever, arrancamos de nós a vontade de fazer, amanhã isto, depois aquilo, mas sabe-se lá o que o amanhã nos trás, por detrás de uma cortina pode estar a guilhotina para impor um fim, que não estava previsto muito menos visto … Para alguns o início, para outros o fim de uma vida, que foi o que foi, poderia ter sido, poderia ter acontecido mas acabou, como uma janela que se fecha ou uma porta que se abre.
Dedicado a todos aqueles cuja vida é ceifada prematuramente!
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Apostar em nós próprios ou apostar em algo mais?
Querer “apagar” algo da nossa memória pode ser traumatizante e a luta de uma vida, mas o nosso “racional” diz-nos como actuar numa situação de mágoa e consequente necessidade de mudança para que nos sintamos bem, voltando todo aquele maravilhoso sentimento que nos preenche quando achamos estar a fazer a coisa certa. Se é mais fácil assim porquê complicar? Cair e magoar, faz de nós frios e mais fortes, tentando ver tudo o que não conseguimos, pondo-nos alerta criando uma defesa que nos protege e se torna implacável a destruir sentimentos que demoram pra crescer, desenvolver-se até dar o fruto! Mas a escolha pelo “certo” pode ser extenuante e desencorajadora, pois o emocional implora pra que tentemos mais uma vez, por causa disso cometemos as loucuras mais felizes de uma vida, ou um acumular de problemas até ao dia em que dizemos… Basta! E aí ganhamos forças, mudamos o nosso comportamento e ficamos concentrados em cumprir os nossos objectivos ainda que com algumas recaídas pelo meio, podendo ser comparada a uma droga da qual o nosso corpo se habituou, queremos estar com a pessoa, ouvi-la falar, rir, senti-la por perto, mas ao mesmo tempo parte de nós a quer distante, longe daquele que pode ser ferido.
Há quem ame, quem esteja apaixonado, quem se habitue à presença de uma pessoa, habitue à solidão, ou à ausência desta, e isso é um quebrar de um laço, é acostumarmo-nos a uma estranha forma de vida que nos leva a olhar pra nós próprios, e que ao fim de um tempo de magoa no faz sentir orgulhosos e felizes, o que invoca um leve sorriso e o sentimento de liberdade aí envolvido é tremendo! Finalmente fazemos as pazes connosco próprios, o que torna esta na mais bela das reconciliações. Mas a que custo? E será que conseguimos mesmo esquecer? Ou mais uma vez nos tentamos iludir com histórias contadas por nós para nós próprios? Eu tenho dúvidas mas os ignorantes têm certezas!
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